Quando a psicologia pode ajudar
Há momentos em que a vida muda de forma tão intensa que aquilo que antes parecia conhecido perde o significado.
A partir da meia-idade, além do corpo que se transforma, mudam também os papéis sociais, as relações familiares, a rotina e, muitas vezes, a maneira como nos reconhecemos. É exatamente nesses momentos de transições e rupturas que o acompanhamento psicológico pode fazer sentido.
Quando é preciso ajustar-se, com liberdade e criatividade, às novas circunstâncias.
Tendo a psicologia do envelhecimento como referência teórica, o meu trabalho busca preservar a autonomia, fortalecer a identidade e respeitar a história de vida e a individualidade de cada pessoa.
Com abordagem clínica fundamentada na Gestalt-terapia, o processo psicoterapêutico é construído a partir da escuta técnica, do diálogo e do vínculo seguro.
Um estar ao lado ético e sigiloso, para sustentar o desejo de seguir como sujeito da própria vida -- de criar, de reinventar, de ressignificar, até o fim.
Modalidades de atendimento: presencial e online
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Consultório: Copacabana (Rio de Janeiro).
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Online: por videoconferência, em plataforma segura.
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Domiciliar: na Zona Sul do Rio de Janeiro, conforme avaliação clínica, especialmente indicado quando há perda de autonomia ou dificuldade de locomoção de quem recebe o cuidado.
Sempre que necessário, o acompanhamento pode acontecer em diálogo com médicos e outros profissionais de saúde.
Quando a vida muda, ou quando cuidar de alguém passa a fazer parte da vida.
Estas são algumas experiências frequentes na meia-idade e na velhice, e reconhecê-las já costuma ser um primeiro passo.
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Separação, divórcio ou saída dos filhos de casa
O encerramento de um relacionamento ou a saída dos filhos de casa, experiência muitas vezes chamada de síndrome do ninho vazio, pode modificar a rotina, os vínculos e o lugar que a pessoa reconhecia como seu. Diante dessa mudança, pode surgir a necessidade de reorganizar a vida e redescobrir interesses e projetos próprios.
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Menopausa e climatério
As transformações físicas e emocionais desse período podem afetar a relação com o corpo, a sexualidade, a autoestima e a maneira como a mulher percebe a si mesma. Cada experiência é singular e merece ser compreendida sem generalizações.
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Aposentadoria
Depois de décadas organizando a vida em torno do trabalho, a aposentadoria pode alterar a rotina, os vínculos, a identidade profissional e o sentido atribuído ao cotidiano. O desafio passa a incluir a construção de outras formas de participação e realização.
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Mudanças na relação com o corpo
As transformações corporais podem provocar estranhamento, desconforto ou a sensação de já não se reconhecer da mesma maneira. Essas mudanças também podem mobilizar questões relacionadas à identidade, à autoestima e à relação consigo.
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Alterações da memória e de outras funções cognitivas
Esquecimentos e mudanças na atenção podem despertar medo, vergonha e preocupação com o futuro. Essas experiências também podem afetar a autonomia, os vínculos e a confiança em si, exigindo, em alguns casos, diálogo entre os diferentes profissionais envolvidos no cuidado.
Não realizo avaliação neuropsicológica.
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Diagnóstico de doença crônica
Receber um diagnóstico pode modificar projetos, rotinas e expectativas. Além das decisões sobre o tratamento, podem surgir medos, dúvidas e sentimentos que nem sempre encontram espaço para ser compartilhados.
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Luto e viuvez
A morte de alguém importante transforma a vida cotidiana, os vínculos e a relação com o futuro. O luto não segue um calendário único, e cada pessoa precisa encontrar sua própria maneira de integrar a perda à própria história.
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Solidão, tristeza e sensação de desamparo
Nem sempre estar acompanhado significa sentir-se amparado. A solidão pode estar relacionada à perda de vínculos, às mudanças familiares ou à sensação de não possuir uma rede com a qual realmente contar.
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Reorganização e redefinição de projetos de vida
Em alguns momentos da vida, a pergunta deixa de ser "o que perdi?" e passa a ser "o que ainda quero construir com o tempo que tenho pela frente?
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Cuidado de familiares idosos
Quando alguém da família passa a precisar de ajuda, os papéis podem se transformar de maneira rápida e inesperada. Sobrecarga, culpa, cansaço e sentimentos ambivalentes podem fazer parte dessa experiência.
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Perda de autonomia
Precisar de apoio para tarefas simples pode trazer tristeza, irritação ou medo de se tornar um peso para os outros -- e a família também costuma viver esse processo com dúvidas e sentimentos ambivalentes.
Se você se reconheceu em alguma dessas experiências, o próximo passo é simples: uma conversa pelo WhatsApp, sem compromisso.
